Publicado em Resenha

O SENHOR DAS MOSCAS- WILLIAM GOLDING

Conta a história de 2 garotos que acordam em uma praia, solitários até então, ao desbravarem o lugar descobrem que estão em uma ilha, sem adultos por perto. Ao acharem um instrumento, um  personagem com nome Ralph toca o instrumento junto do seu companheiro chamado “porquinho”, outras crianças comecam a surgir na ilha, todas vem de encontro ao som emanado por ralph.  A história começa a se desenrolar quando o grupo decide que precisam de um lider, precisam de alguém que os comande e diga as prioridade, ou não conseguirão sair vivos da ilha, surge a ideia de ser o lider quem tocou os instrumentos e reuniu todos na praia, Ralph assume a liderança, deixando Jack ( antagonista da história) nem um pouco contente. O passo seguinte é a criação de regras e a divisão de quem faz oque, tudo parece ir bem até que Jack não satisfeito por não ter a liderança do grupo, começa a incitar intrigas dentro das divisões, aos poucos a autoridade de Ralph vai sendo desrespeitada, até que acontece a divisão do grupo ao meio, metade liderado por Ralph e a outra metade por Jack. Quando estão a ponto de se matarem, são salvos pela marina inglesa.

          Esse livro traz importantes reflexões sobre o caráter humano, e sobre como lidamos com os desafios, vontades e diferenças propostas pela vida em conjunto. O ápice do livro é quando eles começam a não seguir as regras, cada um quer fazer só oq quer e oq acha melhor, alguns fazem sozinhos e outros influenciam mais alguns a concordarem e participarem das suas empreitadas. Esse livro tem um enredo muito bem escrito que prende o leitor do inicio ao fim, propondo sérias reflexões pessoais a quem está segurando a obra em mãos. No final, serem salvos pela marinha inglesa, que estava em guerra também, deixa a impressão “os adultos salvam as crianças, e quem salva os adultos?”.

   Regras, Autoridade, Respeito, Força, Prioridade, Liderança. São os principais temas abordados pela obra do senhor Golding, e que obra. Terminei a leitura com a necessidade de repensar quais regras estou deixando de cumprir e o motivo delas existirem, até porque faço parte da classe adulta, não sei se alguém poderia me salvar, além de mim mesma.

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